Transformando vidas através da música
por sete décadas

Na harmonia das notas a força para espalhar cultura e esperança, provando que a música pode mudar o mundo, um coração por vez.

Paulo Alencar

Nossa História

No dia 10 de junho de 1953, um grupo de ferroviários formado pelos senhores Antônio Ferreira de Oliveira, João Edésio da Silva, Jessé Ferreira da Silva, Manoel Andrade, Otacílio Neves, Nélio Miranda, Romão Dias, Manoel Simões, Antônio Simões, Antônio Novaes, Antônio Ferreira Sobrinho, entre outros, reuniu-se para discutir a formação de uma filarmônica. Dois dias depois, em 12 de junho de 1953, diante de uma grande massa de ferroviários, anunciaram a fundação da Sociedade Filarmônica União dos Ferroviários Bonfinenses. O Sr. João Edésio da Silva foi escolhido como o primeiro presidente, enquanto o Sr. José Ferreira da Silva, carinhosamente conhecido como José Mocó, assumiu a regência inaugural.

A história musical da filarmônica começou sob a liderança de José Mocó, que teve como sub-regente Isaías Gonçalves Amin, um renomado compositor bonfinense. Em 1977, o conceituado Ednaldo Matos de Araújo, conhecido como Mestre Menininho, integrou a instituição, assumindo a regência até 2002. Nesse período, Menininho desempenhou seu papel com excelência durante 25 anos. Em 2002, seu aluno José Eduardo Rodrigues assumiu a regência, dando continuidade ao legado de qualidade e dedicação. Em 2003, o Dr. Egnaldo Souza Paixão juntou-se ao grupo, e a filarmônica passou a contar com dois regentes. No final de 2007, Dr. Egnaldo deixou a instituição para criar uma nova filarmônica em sua cidade natal, Itiúba.

Em 2009, José Eduardo transferiu a regência para seu sub-regente, José Egnaldo Silva, conhecido popularmente como Mirandinha. Posteriormente, Wilson Bispo, então sub-regente de Mirandinha, assumiu o cargo em junho de 2019 e permaneceu até 2021, quando Mirandinha retornou à regência. Atualmente, ele compartilha a liderança com Elber Cesar Amorim Aquino, permitindo à instituição manter duas bandas em plena atividade.

A Sociedade Filarmônica União dos Ferroviários Bonfinenses é uma entidade filantrópica com mais de 71 anos de história, marcada por um compromisso que vai muito além da música. Na instituição, não apenas formamos músicos, mas também cidadãos. 

Alunos a partir de seis anos encontram aqui uma oportunidade de aprendizado que muitas vezes os acompanha até o ingresso em cursos superiores, seja em música ou em outras áreas. É com orgulho que celebramos a formação de oito profissionais, incluindo mestres e doutores na área musical, que iniciaram suas trajetórias conosco.

Nossa trajetória é também marcada por diversas apresentações em importantes festivais de música no estado da Bahia, incluindo eventos na capital, como as festividades do Dois de Julho, o Festival de Filarmônicas do Pelourinho, a posse do Governo do Estado e a tradicional Lavagem do Senhor do Bonfim. No interior, estivemos presentes em cidades como Morro do Chapéu, Jacobina, Paulo Afonso e Pé de Serra, sempre apresentando um repertório eclético que vai dos tradicionais dobrados à MPB, boleros, reggae e forró, entre outros estilos.

Hoje, nossa escola de música funciona diariamente, de segunda a sábado, nos turnos diurno e noturno, com mais de 80 alunos ativos. Priorizamos a inclusão, recebendo pessoas de todas as idades, raças e classes sociais, incluindo crianças autistas, com o objetivo de desenvolver habilidades de comunicação através da música. Graças ao projeto Escolas Livres, do Ministério da Cultura, contemplado em 2023, expandimos nossas atividades para povoados vizinhos, criando os primeiros núcleos de música, com o sonho de ampliar ainda mais esse trabalho para outras comunidades do município e região.

Com o aumento da procura por aulas de música, nosso quadro de músicos cresceu, exigindo a criação de novas bandas dentro da instituição. Atualmente, temos a Banda A, com 35 integrantes; a Banda B, também com 35 integrantes; e a Banda C, composta por alunos que estão iniciando a leitura de partituras. Também formamos uma banda com alunos dos núcleos de música do projeto Escolas Livres, que estreou nas Festividades Comemorativas da Independência do Brasil em nosso município. Pela primeira vez em nossa história, tivemos o privilégio de contar com duas bandas no desfile cívico comemorativo no mesmo dia.

Presente e Futuro

Atualmente, em nossa escola de música, realizamos atividades diárias de segunda a sábado, nos turnos diurno e noturno, atendendo mais de 80 alunos ativos. Nosso compromisso é oferecer oportunidades a todos que buscam nossa instituição, sem discriminação de raça, cor, idade ou posição social. Trabalhamos também com a inclusão de crianças autistas, sempre buscando desenvolver suas habilidades de comunicação através da música. Graças ao projeto Escolas Livres, do Ministério da Cultura, contemplado em 2023, realizamos o sonho de expandir nosso trabalho para outros povoados, criando os primeiros núcleos de música. Nosso objetivo é levar educação musical para mais comunidades do município e região.

Com o aumento significativo na procura por aulas de música, nosso quadro de músicos cresceu consideravelmente, exigindo a criação de novas bandas dentro da instituição. As bandas são organizadas de acordo com a capacidade técnica dos alunos e seguem critérios rigorosos na escolha do repertório. A Banda A conta com 35 integrantes, a Banda B também possui 35 membros, enquanto a Banda C tem composição indefinida, reunindo alunos que estão iniciando a leitura de partituras. Além disso, temos uma banda formada por alunos dos nossos núcleos de música criados pelo projeto Escolas Livres. Essa banda estreou nas Festividades Comemorativas da Independência do Brasil em nosso município, marcando um momento histórico: pela primeira vez em 71 anos, duas bandas da nossa instituição participaram do desfile cívico no mesmo dia.

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